Escola Municipal Jorge Ayres de Lima

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A ORIENTADORA PEDAGÓGICA MARIA DA CONCEIÇÃO DA SILVA PEREIRA ME AMEAÇOU DE MORTE NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA.  BENDITA SEJA A PAIXÃO , MORTE E RESSURREIÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO !

A ORIENTADORA PEDAGÓGICA MARIA DA CONCEIÇÃO DA SILVA PEREIRA ME AMEAÇOU DE MORTE NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA. BENDITA SEJA A PAIXÃO , MORTE E RESSURREIÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO !

Em 2007, a orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira, chamada de Conceição, me chamou na sala dela na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima e com a porta fechada me disse que um pai de um aluno disse para ela que o filho dele não podia estudar comigo porque eu era transexual e então eu tinha que sair da escola.

A orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira disse que eu não podia escrever o meu nome em folhas de exercícios e nem podia colocar nenhuma foto minha . E me perguntou o que eu faria.

Futuramente eu fiquei sabendo que este procedimento em sala de aula, foi relatado pela orientadora Conceição como se fosse uma avaliação, e constou de inquérito administrativo onde eu fui punida com pena de advertência. A pena foi apenas de advertência, nesse momento, porque eu nunca havia sofrido uma punição administrativa antes.

Eu tinha apenas feito um procedimento para que os alunos conseguissem responder a apostila de inglês onde havia a tarefa de elaborar um texto relatando informações pessoais .

E nesse caso , a folha que eu havia preparado, ajudou que os alunos conseguissem fazer em inglês uma redação , preenchendo a apostila.

A exigência de colar uma foto pessoal e relatar os dados pessoais não era minha , mas do próprio livro de inglês, que foi comprado, distribuído e adotado oficialmente pela Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Belford Roxo.

O título do livro de inglês adotado pela rede municipal de Educação da Prefeitura de Belford Roxo era ENGLISH FOR LIFE. A autora do livro era Maria Lúcia Mercadante Naddeo. (Book One / Grade 5) . As páginas do livro eram 18, 20 e 21.

A atividade era produzir um texto em inglês, colocando informações pessoais e digitar o texto produzido, colando-o no espaço do livro e ilustrando com UMA FOTO PESSOAL.

A orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira disse que ela não queria fazer isso, mas que ela fez um registro disso e enviou para a SEMED. Ela me disse que ela não tinha a intenção de me prejudicar, mas que ela foi obrigada a me prejudicar, culpando o pai do aluno , da atitude dela de ela ter registrado o fato e levado este assunto para outras instâncias onde eu fui posteriormente prejudicada.

A orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira falou que esse pai tinha cobrado uma providência dela . E, ela me disse que ela não queria , mas que teve que tomar alguma providência. E levar esse assunto adiante. Mas que eu não comentasse nada com ninguém , muito menos com o diretor José Carlos Neto e a coordenadora do turno da tarde Cássia Conceição Fernandes de Oliveira, que naquele momento estavam na sala dos professores porque ela era minha amiga e queria me ajudar .

A orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira então me disse que ela era muito cristã , que ela conhecia muito bem a Bíblia e que a Bíblia condena o transexualismo e as pessoas transexuais. E misturou o assunto desse pai com essa folha de exercícios que eu tinha passado para as turmas da série daquele aluno , tratando a minha identidade de gênero com o meu procedimento profissional como se fossem uma coisa só.

A orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira quis saber naquele momento o que eu iria fazer , que providência eu iria tomar, quais seriam os meus próximos passos, como se nós estivéssemos numa guerra, sendo esta guerra através dela ou do sistema me atacando com relatórios , por exemplo, e eu tendo que me defender de alguma forma e tomar providências. Eu disse naquele momento para a orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira que se o pai do menino não queria que o filho dele estudasse comigo, que havia muitos outros alunos da escola, que ficavam me pedindo para eu dar aulas para eles , e , que eu não tinha a oportunidade de dar aulas para esses alunos . Que eu poderia trocar a turma desse aluno por qualquer outra turma da escola com a outra professora de Inglês, Eliane , se a outra professora de inglês concordasse. Ou, que o aluno poderia trocar de turma e estudar numa outra classe que a outra professora de Inglês , Eliane, desse aula .

A orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira me disse que o problema não era esse. A orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira então me disse que a intenção do pai era me ver fora daquela escola porque o pai do menino seria algo como um pastor de igreja evangélica ou protestante, teria conhecimento da Bíblia e achava que a escola tinha que tomar alguma providência disto , do que o pai teria descrito para ela como um absurdo. Ela me disse que o absurdo era eu ser professora não apenas do filho dele , mas também da Escola Municipal Jorge Ayres de Lima porque eu era transexual.

A orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira disse que ela tinha Informações de que eu era uma professora corajosa , destemida e aguerrida. A orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira ficou repetindo para mim dizendo que eu tomaria um tiro o que me deixou apavorada porque eu percebia que estava sendo ameaçada de morte.

Neste momento , eu não consegui ficar ali mais na frente da orientadora Maria da Conceição da Silva Pereira . Me levantei e saí da sala dela. E a orientadora Maria da Conceição da Silva Pereira veio imediatamente atrás de mim . Eu entrei na sala de aula e naquele instante os alunos começaram a me mostrar a apostila de Inglês respondida com um texto produzido por eles , colocando as Informações pessoais deles no livro de inglês distribuído pela Prefeitura, que eles tinham praticado comigo naquela folhinha cujo objetivo o pai e a orientadora Conceição haviam distorcido. Parecia a multiplicação das Redações , todos os alunos ansiosos esticando os livros ao mesmo tempo para eu ver que eles tinham escrito um texto em inglês. A Rosane , uma funcionária da escola que trabalhava a leitura naquele ano, fez um comentário naquele momento , que aquilo era a prova da competência do meu trabalho.

Eu havia apenas preparado uma folha para que os alunos conseguissem responder o livro de inglês onde havia a tarefa de elaborar um texto relatando informações pessoais . E nesse caso , a folha que eu havia preparado, ajudou que os alunos conseguissem fazer em inglês uma redação , preenchendo a apostila.

A orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira relatava o meu procedimento de educadora de forma distorcida para o supervisor Leandro Oliveira da Silva e outras instâncias da Prefeitura Municipal de Belford Roxo.

A orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira não era funcionária CONCURSADA e efetiva. Ela era uma funcionária da Prefeitura contratada. As pessoas diziam que ela foi trabalhar na Escola Municipal Jorge Ayres por causa do Vereador BADIA (Obadias da Motta).

A orientadora pedagógica Conceição comentava que, embora ela fosse funcionária contratada, que já era CERTO de ela ser efetivada no próximo concurso da Prefeitura Municipal de Belford Roxo que ainda nem tinha acontecido.

Realmente existem comentários dessa prática nos concursos públicos da Prefeitura Municipal de Belford Roxo chamada de CONCURSO TREM DA ALEGRIA, em um caso novas pessoas vão aparecendo em listas de aprovados no concurso público municipal.

No final do ano, após o fim da eleição municipal, com a vitória do candidato da oposição Alcides Rolim, a orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira passou a fazer o que era condenado em um funcionário público, largava a escola e saía mais cedo, deixava tudo pra lá. Ela dizia na escola que não estava mais nem aí porque no ano seguinte ela trabalharia como ASSESSORA DO VEREADOR BADIA. Ela dizia que o vereador Badia já tinha sido eleito e que ela trabalharia para ele GANHANDO MAIS.

Eu chorei na sala dos professores e também na sala de aula, senti que não tinha mais a capacidade para trabalhar, eu não conseguia mais.


(Professora Faiza Khálida Fagundes Coutinho)

06/03/2009 Publicado por Professora Faíza

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